sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Incolor



Pollyanna quebrava adultos com seu jogo do contente, mas esqueceu de explicar que o mundo é amargo e nem todos querem entrar.
Esse lugar é uma casa fraca, cheia de homens prestes a queimar suas paredes finas.
Surreal que o olhar dos porcos sobre os renegados é de invisibilidade, mas quando desejam, usam tanta repugnância como se avistassem corpos putrefatos.
Incompreensível viver em prol de uma lógica sem raciocínio.
Animais artificiais movidos a vapor, carvão e hoje gasolina, petróleo, moeda.
Pensei que pudessem brincar como ela fez, e quem sabe, transformar computadores em humanos.
Quem agora se importa com uma mentira trancafiada em um livro?  

-Existe um lado menina, o da mentira humana.

2 comentários:

  1. Adorei seu texto!!!! Eu acho que vi o rascunho dele... rsrs

    Muito legal alimentar os peixes! Não quero mais sair daqui!!

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