A tal formalidade, inexistente, de bichos.
Incansável busca, desenfreada, que vale tanto para muitos, mas, é tão pouco.
Ando em passos largos, mas lentos, na repetição dos dias, nos meses iguais.
E não muda, não mudo. Essa minha estagnação, meu correr que se estende em palavras e pensamentos, apenas.
Essa justificativa popular, que esta é a ordem inevitável, a tão falada natureza humana, me rompe em vontade de gritar.
Desculpas, para o egoísmo mais que particular, muito mais que posse única.
Vasculham, em qualquer meio, para tentar explicar porque suas mentes se restringem ao que enxergam, ou ao que ensinam e que evidenciam em suas cabeças formuladas, fracas, programadas.
Preenchem suas respostas com ideologias furadas, preceitos religiosos inquestionáveis. Até que ponto? Em qual fim?
Critico demais, pareço tola. É, não me importo, ou, me importo demais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário